Andy
Wharol. Nasceu em 1928 e morreu em Nova York em 1987. Foi Uma da figuras
centrai da Pop Art.
A
partir dos anos 60 do século XX, a arte muda radicalmente, quer na forma quer
no pensamento. Ao abstraccionismo intelectualizado e hermético dos anos 50,
sucede uma arte virada para a vida real e para os acontecimentos do quotidiano,
utilizando-os como forma de conhecimento
e de acção. Numa sociedade dominada pelo consumo, estimulado por uma
publicidade agressiva que gera necessidades, a Arte surge como reflexo das
novas formas de relacionamento social, onde determinados objectos e imagens se
impõem como ícones. Foi dessas imagens, objectos e até figuras com notoriedade
que se serviu Andy Wharol ao formular em definitivo a essência da Pop Art.
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Michael Jakcson. 1984. |
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Sem Titulo. 1972. |
A
Pop Art foi influenciada pelas
recolhas dadaístas e surrealistas efectuadas por Robert Motherwell (1915-1991)
nos anos 50; pelos ready made de
Duchamp e pelas colagens de Curt Schwitters. Em Inglaterra, os artistas de
maior renome são Richard Hamilton
(n.1922), Petter Blacke (n.1932) , David Hockney (n.1937), e
Allen Jones (n.1937).
Entre
os artistas americanos, podemos considerar duas vertentes, sendo uma ou mais
“neodadaísta”, onde se incluem Robert
Rauschenberg (n. 1925), Jasper Johns
(n. 1930) e Jim Dine (n.1935),
que combinou objectos reais com fundos de pintura. A outra vertente é composta
por artistas como: Andy Warhol (1928
- 1987), que utilizou imagens de DVD, de objectos de consumo e retratos de
personalidades; Roy Lichtenstein
(1923-1927); Tom Wesselmann
(1931-2004) que usou a assemblage; e James Rosenquist (n.1933).