Hopare | m10


Quando os detalhes se dissolvem na complexidade e na ilusão. Quando você perde o rastro do caminho da linha torcendo com as outras linhas formando uma grande mistura de rotas coloridas…


O desenho começa com um retrato e acaba com um monte de linhas misturadas que formam a grande obra de arte. Estes desenhos são desenhados nas paredes  da cidade francesa de Cergy  e são executados por Hopare.


Ele tem a capacidade de dar uma qualidade espacial, criando paredes artísticas no espaço que deixa um grande impacto sobre as pessoas.

A Arte de rua sempre expressa sentimentos e transmite mensagens através da experiência visual. Ele acrescenta significado para o espaço dando-lhe uma quarta dimensão emocional. As cores são uma espécie de linguagem com  linhas de ambos os lados a adicionar ao espaço.



Árvores fundidas com Frames Fusionframesnw | m10


Um tipo de arte da parede em que os quadros são usados para decorar as paredes, são chamados de quadros de Arte Parede (wall frame art). Podemos somente ver  molduras de madeira, molduras simples, quadros antigos, molduras, quadros metálicos, molduras de espelho e similarmente vários de tipos de quadros.



"Eu uso muitas madeiras diferentes. Aqui estão alguns dos meus favoritos. Usando quadros de todos os tipos e de períodos de tempo que abrange madeiras com mais de cem anos fazem os Quadros de fusão muito mais interessante do que se tivesse usado, couro, ferro, latão, bronze e vidro.. Eu tento aplicar tintas e manchas e adicionar uma  individualidade e uma vez que os objec tos não-vivos não podem crescer juntos, eu faço uso de uma quantidade mínima de agentes de ligação como cola e enchimento de madeira. "


Michael Heizer no Museu de Arte de Los Angeles | m10


Octavian Mielu e os "Retratos de Fumo" | m10


Artista Romeno, Octavian Mielu criou um novo projeto "Retratos de Fumo". É uma série de cartazes alusivos a retratos de celebridades, sugerindo as silhuetas por meio de linhas de fumaça.


De acordo com o artista, ele escolheu esta temática/técnica da fumaça, porque "as linhas são bonitas, na transparência observam-se diferentes tons de preto e cinza e as linhas de fumo realizam retratos impressionantes."





Reproduções das Obras do Louvre, no Hospital de Paris



Charles Foix Hospital é o primeiro Hospital de Paris a acolher  uma exposição de reproduções de obras do Museu do Louvre.

Ao longo do ano, pinturas e esculturas estarão expostas nos quartos e nas áreas de estar dos serviços de cuidados e nas áreas ao ar livre do hospital aberto a todos. As obras pontuam a vida dos pacientes, suas famílias, funcionários do hospital e moradores de Ivry-sur-Seine por opção de uma rica programação artística e cultural.


As reproduções expostas foram selecionadas em conjunto com a equipa do hospital. Este é um gesto que contribui e coloca  em primeiro lugar o bem estar  dos cuidadores e pacientes diários. Gestos que podem
curar ou confortar, eles expressam uma emoção ou idéia.



Esta exposição também reflete o desejo de colocar o hospital na cidade e convidar todosos habitantes a descobrir juntos algumas obras-primas do Louvre.


São estes projectos que fazem a diferença








Um outro lugar supraceleste ou a teoria do bom gosto

Cheguei à escola, entro na sala às 8h25… informam-me que alguns alunos do 3ºano (12º) de Audiovisuais estão dispensados, estão a editar os trabalhos finais. 

Hoje a aula é baseada na teoria da Arte: o bom gosto. 

Esta teoria já tinha sido levantada quando no ano de 324, o Imperador Constantino mandou construir a Basílica de são Pedro do Vaticano em Roma. Alguns “críticos” não gostaram do Alpendre que dava acesso à Igreja,do átrio e do ambulatório. No seculo IV já estas alminhas faziam as suas criticas. Claro que Constantino não ligou aos “donos do bom gosto”.

Temos um exemplo recente: o Museu dos Coches…”um grande armazém”, “um edifício descaracterizado”, “impróprio para o efeito”. O arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, vencedor do prémio Pritkzer, idealizou um espaço aberto, luminoso, em qua o centro das atenções são objectivamento as liteiras, os coches e as berlindas. Tenho a certeza que a maioria dos milhares de visitantes gostaram do espaço.

O Período do Barroco é muitas vezes criticado pela sua filosofia que está subjacente á arte, ao seu estilo exagerado, pesado, nostálgico… 
Talvez seja verdade… mas temos Bernini, Caravaggio, Rubens, Velázquez, Rembrandt, Vermeer, Brun, La Tour, Carracci, Ribera e muitos outros…. Com estes génios, quem pode afirmar que o Barroco é um estilo “pesado, exagerado”, etc? 

Como afirmou Frederico Lourenço, “uns gostam, outros detestam o Siza, a Paula Rego, a Joana Vasconcelos. E até que ponto alguém pode ser dono do bom gosto? Até que ponto não é tudo subjectivo e arbitrário?


Christie's é a primeira leiloeira a ultrapassar vendas de mil milhões de dólares | m10

Uma pintura de Mark Rothko (não representada na imagem) fez o leilão de quarta-feira ultrapassar o limiar dos mil milhões de euros da semana da Christie's.

A semana tinha começado com recordes no mercado de arte e ainda vai a meio e já se bateu mais um: a Christie’s tornou-se a primeira leiloeira a vender em apenas três dias mais de mil milhões de dólares de obras de arte. Um Mark Rothko juntou-se assim a Pablo Picasso e a Alberto Giacometti para fazer desta uma semana inédita no sector.

Terça-feira foi o dia da entronização de Picasso como o autor da obra de arte mais cara do mundo em leilão. E se o pódio é encimado agora pela pintura cubista Les Femmes d'Alger (version O), vendido pela Christie’s de Nova Iorque por 159,3 milhões de euros, L'homme au doigt, de Giacometti, tornou-se também a mais valiosa escultura alguma vez leiloada e a terceira obra de arte mais cara de sempre no mercado leiloeiro. Quarta-feira à noite, N.º10 de Rothko juntou-se à festa da Christie’s de Nova Iorque ao ser arrematado por 71,7 milhões de euros (81,9 milhões de dólares).
E, assim, a leiloeira ultrapassava uma marca histórica: em três dias de vendas, ultrapassou receitas de 1400 milhões de dólares – cerca de 1200 milhões de euros. É um recorde para o mercado em geral e, naturalmente, para a Christie’s em particular, visto que a sua última marca tão elevada em três dias de idas à praça era de 858 milhões de euros, atingidos em Maio de 2014.

O New York Times assinala que este ultrapassar da marca dos mil milhões de dólares é um limiar simbólico que aprofunda a distância entre a Christie’s e a sua rival Sotheby’s, que também está a obter bons resultados nas suas vendas destas semanas.  “É um espectáculo de excesso ao mais alto nível”, comentou ao diário norte-americano a consultora Abigail Asher, da Guggenheim Asher Associates. “Os últimos anos têm sido um crescendo até este momento. Uma nova classe de comprador entrou no mercado e estão preparados para pagar quantias espantosas por imagens-troféu” - a arte como forma de investimento.

No leilão de quarta-feira foram vendidas obras de Rothko – cujo N.º 10 foi a pintura mais cara da noite -, mas também de Lucien Freud, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat ou Joan Mitchell.